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Bem-aventuradas as mulheres

Eis a minha inarredável assertiva: A mulher, minha cara-metade, minha alma gêmea, ou, como diz a Bíblia Sagrada, minha AJUDADORA IDÔNEA, é ainda mais bela e imprescindível do que a minha pobre mente consegue compreender!
Ao tecer exaltações à mulher, todos os escritores, poetas, cantores e romancistas não passam de meros calouros. Tudo o que nós, homens, conseguimos fazer no sentido de envidar encômios à mulher, não passa de um simples ensaio. Isto mesmo! Ensaio, treino, tentativa de chegar um dia a uma apresentação real, é só o que conseguimos fazer. E isto porque ostentamos o jargão de “sexo forte”.
Destarte, este meu artigo não passa de um simples ensaio no afã de descrever o real valor da mulher. Igualmente, as belas músicas VOCÊ É LINDA, de Roberto Carlos (Roberto Carlos/Erasmo Carlos – 1972); MULHER (SEXO FRÁGIL), de Erasmo Carlos (Erasmo Carlos/Narinha – 1981); GAROTA DE IPANEMA, de Tom Jobim (Vinícius de Moraes/Tom Jobim – 1962); SHE, de Charles Aznavour (Charles Aznavour/Herbert Kretzmere – 1974); F... COMME FEMME, de Salvatore Adamo (Salvatore Adamo – 1968); e WOMAN, de John Lennon (John Lennon – 1980), não passam de um simples ensaio a respeito do real valor da mulher.
Assim, impossibilitado de descrever a beleza e imprescindibilidade da mulher, em virtude de minha frágil compreensão desse ser indescritivelmente belo, recorro então à Palavra escrita e revelada de Deus, a Fonte Suprema da Sabedoria. Entendo que somente Ele, por ser o Criador, pode perfeitamente explicar-me o real valor da mulher.
Deste modo, mister se faz notar a imprescindibilidade da mulher logo ao ensejo da criação. O Criador havia feito o homem (Gn.2:7), bem como todas as “aves do céu e a todos os animais do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.” (id.v.20); então, de uma das costelas do homem o Senhor Deus formou a mulher...
E aí eu fico com a sábia frase do Pastor presbiteriano inglês Matthew Henry (1662–1714): “A mulher foi feita de uma costela de Adão; não da sua cabeça para não governá-lo, nem de seus pés para não ser pisada por ele, mas do seu lado para ser igual a ele; debaixo de seu braço para ser protegida, e perto do seu coração para ser amada.”
Quanto à beleza feminina, muito antes de qualquer homem se aventurar a retratá-la em suas pinturas, esculturas e poemas, o Senhor Deus já a registrou em seu Livro, consoante revela-nos Gn.6:2; 12:11; 24:16; 26:7; 29:17; 1Sm.25:3; 2Sm.11:2; 13:1; 1Rs.1:3,4; Et.1:11; 2:2,3,7; Jó 42:15; Ct.1:5,8,10,15; 2:10,13,14; 4:1,3,7; 5:9; 6:1,4,10; 7:1-9.
É relevante observarmos, em todos estes textos, que o substantivo feminino empregado para designar a beleza da mulher é FORMOSURA, que é muito mais profundo e mais completo que o substantivo feminino beleza. E se o Livro Sagrado não oculta a formosura exterior da mulher, tampouco oculta a interior, que é ainda mais notável, mormente por Deus, conforme revelado em 1Sm.16:7.
Com efeito, as Páginas Sagradas revelam-nos mulheres tão formosas interiormente, cuja formosura excede mesmo o nosso entendimento, que se nos fosse dada a ventura de perguntar-lhes sobre a imprescindibilidade de suas vidas no contexto histórico da humanidade, bem como a felicidade plena que alcançaram em virtude dessa imprescindibilidade, indubitavelmente ouviríamos delas as seguintes respostas:



EVA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque o meu nome significa Vida; ou, mãe da Vida. E esta Vida, na verdadeira acepção da palavra, é nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Jo.1:4; 14:6; 11:25; Cl.3:4), que descende de Sete, meu terceiro filho; e, por conseguinte, de Adão e de mim (Lc.3:38).”

A MULHER DE NOÉ: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto fui salva pelo Senhor Deus das águas do dilúvio; dos meus três filhos foi povoada toda a terra (Gn.9:19), e o Senhor Jesus Cristo descende do meu filho Sem (Lc.3:36).”

SARA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que os três Patriarcas de Israel (Dt.6:10; 9:5; 29:13; 30:20; 34:4) são: meu marido (Gn.17:15), meu filho (id.21:3) e meu neto (id.25:26), e Jesus Cristo descende deles (Mt.1:1,2,17; Lc.3:34).”

REBECA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque os três Patriarcas de Israel (Dt.6:10; 9:5; 29:13; 30:20; 34:4) são: meu sogro (Gn.21:3), meu marido (id.24:67) e meu filho (id.25:26), e deles descende Jesus Cristo (Mt.1:1,2,17; Lc.3:34).”

LÉIA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto os três Patriarcas de Israel (Dt.6:10; 9:5; 29:13; 30:20; 34:4) são: meu marido (Gn.29:23), seu pai (id.25:26) e seu avô (id.21:3); Moisés e a linhagem sacerdotal descendem do meu filho Levi (id.29:34: Êx.6:16-20), e Jesus descende dos Patriarcas (Mt.1:1,2,17; Lc.3:34) e do meu filho Judá (Gn.29:35; 49:9,10; Sl.60:7; 108:8; Mt.1:2; Lc.3:33,34; Hb.7:14; Ap.5:5).”

RAQUEL: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que os três Patriarcas de Israel (Dt.6:10; 9:5; 29:13; 30:20; 34:4) são: meu marido (Gn.29:28), seu pai (id.25:26) e seu avô (id.21:3), e Jesus Cristo descende deles (Mt.1:1,2,17; Lc.3:34).”

SIFRÁ e PUÁ: “Nós somos mulheres bem-aventuradas, porque, como parteiras hebreias, sob a ordem do maldito Faraó, de matar a todos os recém-nascidos do sexo masculino, pelo nosso inocultável temor a Deus decidimos desobedecer à ordem do rei e conservar os meninos com vida; e, dentre esses meninos, estava o grande líder e libertador Moisés (Êx.1:15-22).”

JOQUEBEDE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto Deus me deu a sabedoria de esconder meu filho Moisés, ainda menino, da malignidade de Faraó, para que ele libertasse o Povo de Deus do jugo egípcio, no maior Êxodo da História (id.2:1-3).”

MIRIÃ: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que sou irmã de Arão e Moisés (1Cr.6:3), e dancei e cantei ao Senhor a maravilhosa Vitória sobre Faraó e seu exército (Êx.15:20,21).”

RAABE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, apesar de ter sido prostituta eu alcancei fé para esconder os dois espias enviados por Josué (Js.2:4), fato que fez o meu nome constar da Galeria dos Heróis da Fé, em Hb.11:31. E o que me faz ainda mais bem-aventurada é ver meu nome constar da genealogia de Jesus Cristo e saber que Ele descende de mim! (Mt.1:5).”

DÉBORA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto, juntamente com Baraque, julguei e livrei Israel de Jabim, rei de Canaã (Jz.4:14), e depois eu e Baraque entoamos o Cântico de Vitória (id.5:1-31). Assim eu lutei as guerras do Senhor!”

JAEL:“Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, tendo Sísera, chefe do exército de Jabim escapado da espada de Baraque, eu cravei-lhe uma estaca na fonte, matando-o (id.4:21). Eu também lutei as guerras do Senhor!”

A FILHA DE JEFTÉ: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, tendo meu valoroso pai retornado da batalha contra os amonitas, eu saí-lhe ao encontro com adufes e com danças, e deixei que se cumprisse em mim o voto que ele fizera ao Senhor nosso Deus (id.11:34,39); e o nome dele consta da Galeria dos Heróis da Fé (Hb.11:32).”

A MULHER DE MANOÁ: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto concebi e dei à luz Sansão, um dos maiores juízes de Israel (Jz.13:24), e o nome dele consta da Galeria dos Heróis da Fé (Hb.11:32).”

RUTE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que sou bisavó de Davi, o maior rei de Israel (Rt.4:13-22), e o meu nome consta da genealogia do Senhor Jesus Cristo (Mt.1:5,6).”

ANA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque sou mãe de Samuel, um dos maiores profetas de Israel (1Sm.1:19,20), e o meu Cântico de Vitória é por todos conhecido (id.2:1-10).”

MICAL: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto, pelo muito que eu amava a Davi (id.18:20), enganei então ao rei Saul, meu perturbado e ganancioso pai, e salvei Davi de ser morto por ele, descendo-o por uma janela (id.19:12-17).”

ABIGAIL: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, antes de tornar-me esposa de Davi, eu socorri, com víveres alimentícios, a ele e a seus homens, quando experimentavam uma fome desfalecedora, tendo um homem tolo se negado a fazê-lo (id.25:18).”

BATE-SEBA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque sou uma rainha (1Rs.2:19), esposa de Davi e mãe de Salomão, um dos maiores reis de Israel (2Sm.12:24), o homem mais sábio que existiu (1Rs.3:12; Mt.12:42; Lc.11:31), e a genealogia de Jesus faz menção dele e de mim (Mt.1:6).”

A RAINHA DE SABÁ: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto saí dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão (1Rs.10:1; 2Cr.9:1), e Jesus Cristo faz menção deste meu ato de fé (Mt.12:42; Lc.11:31).”

A VIÚVA DE SAREPTA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que cri na Palavra do Profeta Elias e o salvei da fome (1Rs.17:13,14), e Jesus Cristo menciona este meu ato de fé (Lc.4:25,26).”

A SUNAMITA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque hospedei em minha casa o Profeta Eliseu, o santo homem de Deus, e por isso fui grandemente abençoada (2Rs.4:8,9).”

A MENINA ISRAELITA: “Eu sou uma menina-mulher bem-aventurada, porquanto preguei boas-novas a Naamã, chefe do exército do rei da Síria, para ele ser curado de sua lepra por instrumentalidade do Profeta Eliseu (id.5:1,4,14).”

MAACÁ, AZUBA, ZÍBIA, JEOADIM, JECOLIA, JERUSA, ABI, JEDIDA e JECOLIA: “Nós somos mulheres bem-aventuradas, visto que somos, respectivamente, mães de Asa (1Rs.15:9,10), Jeosafá (id.22:42), Joás (2Rs.12:1; 2Cr.24:1), Amazias (2Rs.14:1,2; 2Cr.25:1), Azarias (2Rs.15:1,2), Jotão (id.vv.32,33; 2Cr.27:1), Ezequias (2Rs.18:1,2; 2Cr.29:1), Josias (2Rs.22:1) e Uzias (2Cr.26:3), os retos reis de Judá, que fizeram o que é reto aos olhos do Senhor.”

ESTER: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, como rainha sobre cento e vinte e sete províncias, eu salvei o povo judeu de ser exterminado pelo perverso Hamã (Et.3:8,13; 7:3-6; 8:11,16).”

JEMIMA, QUEZIA e QUÉREN-HAPUQUE: “Nós somos mulheres bem-aventuradas, porquanto somos filhas de Jó (Jó 42:14), a respeito de quem Deus disse “que ninguém há na terra semelhante a ele.” (id.1:8; 2:3).”

A MÃE DE LEMUEL: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que sou mãe de Lemuel, rei de Massá, e dei-lhe conselhos tão sábios que os mesmos foram registrados no Livro de Provérbios do rei Salomão (Pv.31:1-9).”

A MÃE DE JEREMIAS: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque sou mãe do Profeta Jeremias, que foi conhecido pelo Senhor Deus antes mesmo de ser formado em meu ventre, e santificado antes que saísse de mim (Jr.1:4,5).”

A MULHER HEMORRÁGICA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, pois quando eu toquei, pela fé, na orla do manto de Jesus, fui imediatamente curada da hemorragia que me acometera por doze anos (Mt.9:20-22; Mc.5:25-34; Lc.8:43-48).”

TALITA: “Eu sou uma menina-mulher bem-aventurada, porquanto, com apenas doze anos de idade eu morri e fui ressuscitada por nosso Senhor Jesus Cristo (Mt.9:25: Mc.5:41: Lc.8:54,55).”

A MULHER CANANÉIA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, ao receber do Senhor Jesus Cristo a bênção para a minha filha, Ele me disse: “Ó mulher, grande é a tua fé!” (Mt.15:28).”

A MULHER DE PILATOS: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, pois quando Jesus Cristo já se encontrava perante Pilatos, meu marido, para ser julgado, então sábia e corajosamente mandei dizer-lhe: “Não te envolvas na questão desse Justo, porque muito sofri hoje em sonho por causa dEle.” (id.27:19).”

A VIÚVA POBRE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, mesmo pobre, ofertei ao Senhor tudo o que eu tinha, todo o meu sustento, e este meu gesto de fé foi notado por Jesus (Mc.12:41-44: Lc.21:1-4).”

MARIA MADALENA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto tive o indescritível privilégio de ser o primeiro ser humano a ver Jesus Cristo ressurreto e anunciá-lo aos demais discípulos. Sim! Eu fui a primeira testemunha ocular e auricular do mais Inefável Evento da História: A GLORIOSA RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO! (Mc.16:9,10; Jo.20:11-18).”

ISABEL: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que sou a mãe de João Batista (Lc.1:13), o Precursor de Jesus Cristo (Is.40:3; Ml.3:1; Mt.3:3; 11:10; Mc.1:2-4; Lc.1:76; 3:3-6; 7:27; Jo.1:23), a respeito de quem Jesus disse que, “entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João.” (Mt.11:11; Lc.7:28).”

MARIA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, e todas as gerações me chamam bem-aventurada (Lc.1:48); o anjo Gabriel me chamou de agraciada e disse-me que o Senhor é comigo (id.v.28); eu fui agraciada com a indescritível bênção de conceber e dar à luz, virginal e miraculosamente, o Filho de Deus (id.v.35), o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (id.2:11).”

ANA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, como profetisa, avançada em idade (id.v.36), tive o indescritível privilégio de ver o Menino Jesus nos braços do justo Simeão (id.v.28).”

A VIÚVA DE NAIM: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto o Senhor Jesus Cristo, o único que pode vencer a morte, ao ensejo do funeral de meu filho único, quando me viu com a multidão, chorando, disse-me com a doçura que lhe é tão peculiar: “Não chores.” E, no mesmo instante, Ele ressuscitou a meu filho (id.7:11-17).”

A MULHER PECADORA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que eu compareci na casa de Simão, o fariseu, portando um vaso de alabastro com bálsamo; e ali, reconhecendo o meu miserável estado de pecadora, reguei os pés de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo com minhas lágrimas e os enxuguei com meus cabelos, pelo que o Senhor disse ao anfitrião Simão: “Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.” E depois disse-me Ele: “Perdoados são os teus pecados. A tua fé te salvou; vai-te em paz.” (id.vv.36-50).”
JOANA e SUSANA: “Nós somos mulheres bem-aventuradas, porque, juntamente com Maria Madalena, servimos a Jesus Cristo com os nossos bens (id.8:1-3).”

A MULHER ENCURVADA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto satanás me tinha presa por dezoito anos, fazendo-me andar encurvada, mas o Senhor Jesus expulsou de mim o espírito de enfermidade, endireitando-me (id.13:10-17).”

A MULHER DA PARÁBOLA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que aprouve ao Divino Mestre mencionar-me na Parábola da Dracma Perdida (id.15:8-10), uma de suas três parábolas que ensinam sobre a Misericórdia de Deus e a eficiência de sua Graça em fazer voltar um filho seu, desviado da fé, às sendas santas e em preservá-lo até o fim. Diligenciei-me em achar a dracma perdida, e só sosseguei quando a achei, a exemplo do Senhor nosso Deus, que se compadece em achar um filho seu, transviado; e só há alegria na presença dos anjos de Deus quando o filho perdido é achado (id.v.10).”

A MULHER SAMARITANA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, embora duplamente segregada pelos “religiosos”, pelo simples fato de ser mulher e samaritana, fui alcançada e salva pela Graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo; então, de adúltera, de viciada sexual que eu era, Ele me transformou numa pregadora da Palavra, e assim eu levei toda a cidade de Sicar a dizer: “Mulher: Já não é pela tua palavra que nós cremos; pois agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que Este é verdadeiramente o Salvador do mundo.” (Jo.4:42).”

A MULHER ADÚLTERA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto sou uma viciada em sexo curada por nosso Senhor Jesus Cristo. Flagrada em adultério fui levada pelos religiosos odientos à presença do Mestre para receber, conforme eles queriam, a sentença do apedrejamento. Porém, não obstante o ódio daqueles homens, que “se esqueceram” de conduzir também o meu parceiro (afinal eu não adulterei sozinha), em vez de pedras eu recebi do Amor Supremo palavras de perdão e de Vida Eterna: “Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais.” (id.8:11).”

MARIA (DE BETÂNIA): “Eu sou uma mulher bem-aventurada, pois, quando da morte do meu irmão Lázaro, eu vi chorar, como qualquer um de nós (id.11:35), o nosso Senhor Jesus Cristo, o Grande Deus, comovido com o meu choro, na mais nítida prova de Amor por mim e por todos nós, mortais pecadores (id.v.5); Amor que culminou na ressurreição do meu irmão (id.vv.43,44). Então, em profunda gratidão a esse tão sublime Amor, eu tomei uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, e ungi os pés de Jesus, e os enxuguei com os meus cabelos (id.12:1-3).”

MARTA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, pela fé, eu confessei ao Bendito Mestre ser Ele o Cristo, o Filho de Deus (id.11:27), após ouvir dEle a sublime declaração: “Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá.” (id.v.25). A ressurreição do meu irmão Lázaro, diante dos meus olhos, é a prova cabal dessa fiel declaração de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!”

TABITA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, embora eu tenha morrido em consequência de minha doença, o Poder do Senhor Jesus Cristo me ressuscitou, por instrumentalidade do seu servo e Apóstolo Pedro (At.9:40).”

RODE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto o imenso gozo em meu coração impediu-me de abrir o portão da casa onde a Igreja do Senhor se reunia, para o amado Apóstolo Pedro, quando ele foi libertado da prisão pelo anjo do Senhor. Idêntico gozo experimentou a Grei, visto que considerou-me louca (id.12:13-15).”

LÍDIA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, mesmo residindo em Tiatira, a cidade contaminada pela prostituição e idolatria da igreja apóstata, fui salva pela Graça do Senhor Jesus Cristo, por instrumentalidade do seu servo e Apóstolo Paulo (id.16:13-15).”

A PITONISA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque, servindo ao diabo com as minhas adivinhações, através das quais dei grande lucro a meus senhores, o Apóstolo Paulo expulsou de mim esse espírito maligno, em Nome de Jesus (id.vv.16-18).”

FEBE, PRISCILA (PRISCA), MARIA, PÉRSIDE e JÚLIA: “Nós somos mulheres bem-aventuradas, porquanto, ao fazer o Apóstolo Paulo suas saudações e votos finais, no desfecho de sua magnífica Epístola aos Romanos, ele menciona os nossos nomes como suas valorosas cooperadoras no Reino de Deus (Rm.16).”

A MÃE DE PAULO: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que sou mãe do Apóstolo Paulo, um dos mais excelentes Apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo (2Co.12:11), e este meu filho foi separado e chamado pela Graça de Deus desde o meu ventre (Gl.1:15).”

LOIDE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque sou avó de Timóteo, o cooperador amado do Apóstolo Paulo. “A fé não fingida” (mencionada por Paulo) que há em Timóteo habitou primeiramente em mim, da qual eu ensinei à minha filha, e ela, por sua vez, ensinou ao meu neto (2Tm.1:5).”

EUNICE: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porquanto sou mãe de Timóteo, o grande cooperador do Apóstolo Paulo. A minha amada mãe Loide ensinou-me “a fé não fingida”, e eu a ensinei a meu filho (id.1:5).”

CLÁUDIA: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, visto que, em sua Segunda Epístola a Timóteo, ao fazer suas habituais saudações o Apóstolo Paulo menciona meu nome no privilegiado grupo de pessoas suas cooperadoras (4:21).”

MARIA ABADIA BORGES: “Eu sou uma mulher bem-aventurada, porque sou mãe do autor deste artigo; e, embora meu nome não esteja inserido na Galeria dos Heróis da Fé do Livro Sagrado, eu exercitei inúmeros atos de fé e heroísmo, como, por exemplo, na época em que vivíamos embrenhados numa roça dos rincões goianos, quando o barbeiro transmitia doença de Chagas a rodo e levava muita gente para o féretro, eu passava noites inteiras, e todas as noites, à luz de lamparina, queimando estrume de bovinos em nosso casebre de adobe extremamente pobre, repleto de frestas, objetivando espantar os malditos barbeiros. O meu amor e desvelo de mãe não me permitia ver meus filhos infectados pelo malfadado inseto.”
Eis a formosura interna, que torna a externa ainda mais formosa e faz suas protagonistas verdadeiramente bem-aventuradas!
A Palavra de Deus manda ao homem dar honra à mulher (1Pd.3:7), mas os incautos, desconhecendo este imperativo do Senhor Deus, agridem moral e fisicamente suas mulheres. Ora, posso até entender uma briga verbal entre cônjuges, visto que as divergências e discussões fazem parte de qualquer casamento, pois as pessoas são diferentes umas das outras assim como mutáveis são os sensos de humor e volúveis são as emoções, mas o homem que agride fisicamente uma mulher, seja qual for o motivo, não passa de um frouxo, omisso e covarde. Frouxo porquanto a sua fraqueza não lhe permite agredir fisicamente a um homem, pois sabe que encontrará resposta à altura, daí a agressão à mulher, no exercício de sua desgraçada frouxidão. Omisso porque, qual um frouxo em sua frouxidão mórbida, ele se omite em dar honra à mulher, consoante o ensino do supracitado texto. E covarde porquanto a frouxidão é sinônimo de covardia. O medo, que é a falta de coragem, embrião da covardia, faz com que o suposto valentão, no momento de sua fúria doentia, esquive-se de agredir fisicamente a um homem, seu igual, e passe a aplicar seus golpes de “valentia” na indefensa mulher, assim, numa espécie de catarse.
Portanto, a agressão física desferida por um homem a uma mulher é, de todas as covardias, a mais covarde!
A mulher, por sua formosura e delicadeza, é comparada à flor.
Por acaso você, no exercício de sua covardia, é capaz de destruir uma flor, que, com sua beleza, perfume e delicadeza, só lhe faz o bem? Caso positivo, você não possui a sabedoria das abelhas, das joaninhas e dos beija-flores, e sobeja-lhe, portanto, o pendor das moscas...
Você pode até destruir as flores, mas inutilmente, pois, como disse Ernesto Che Guevara (1928–1967): “Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas nunca conseguirão deter a Primavera!”
À mulher, por sua formosura e delicadeza, fica bem o adorno com as joias, mas mesmo estas lhe são inferiores, como revela-nos a Palavra de Deus: “Mulher virtuosa, quem a pode achar? Pois o seu valor MUITO EXCEDE ao de joias preciosas.” (Pv.31:10)
Portanto a mulher, por causa de sua formosura e delicadeza, é comparada às coisas mais belas da existência. Não é exagero nenhum comparar a mulher com a flor, com a planta, com a borboleta, com o pássaro, com a estrela, com a lua, com a pedra preciosa, com a pérola, com o bebê, com o anjo...
Porém, de todas as comparações da mulher com as coisas mais belas, nenhuma é mais sublime que a comparação da mulher com a Noiva. Aliás a mulher, quando trajada de noiva e levada ao altar nupcial, atinge o ápice de sua formosura. E as Escrituras Sagradas informam-nos que a Nova Jerusalém – Morada Eterna dos Salvos –, é a Noiva (Ap.19:7; 21:2,9,10). E, louvado seja Deus, que já nos revelou a inefável formosura da Nova Jerusalém, em Ap.21:9-27.
Bem-aventuradas as mulheres, que são a vida; ou, mães da vida, pois delas é a Vida Eterna, se tão somente aceitarem e receberem, pela fé, a Jesus Cristo como Único porque Todo Suficiente Salvador e Senhor, Ele que é a própria Vida (Jo.1:4; 14:6; 11:25; Cl.3:4), a Vida Eterna (Jo.17:3; 1Jo.1:1,2; 5:20).
Concluo dizendo que a formosura e imprescindibilidade da mulher à luz da minha frágil compreensão me faz olhar para Aquele que é o Único que pode compreendê-la no âmago, e esforçar-me para obedecer ao seu sábio Mandamento: “Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, DANDO HONRA À MULHER, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da Graça da Vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.” (1Pd.3:7)


Lázaro Justo Jacinto


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