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Cristãos são forçados a se converter ao Islamismo no Egito

Ataques contra os Coptas (Cristãos do Egito) e os sequestros de jovens mulheres continuam no Alto Egito. No sábado passado, na aldeia de Awlad Khalaf (Suhaj, Alto Egito), centenas de extremistas atearam fogo nas casas de Cristãos (na foto abaixo). Três pessoas ficaram feridas. Em Minya, duas jovens Coptas foram seqüestradas e forçadas a se converter ao Islã.



A violência anti-Cristã tornou-se um evento diário no Alto Egito, onde a polícia e muitas vezes os militares apoiam os Muçulmanos, disseram fontes à agência AsiaNews. Nesta área sub-policiada do país, os extremistas estão incitando civis muçulmanos contra os Cristãos, utilizando qualquer pretexto para destruir igrejas e casas.

Na aldeia de Awlad Khalaf, os extremistas tentaram impedir a construção de uma casa de 350 m2, acusando a comunidade Cristã de planejar transformá-la em uma igreja assim que a construção terminar. Fontes locais disseram que o proprietário, Wahib Halim Attia, violou a licença original, que autorizava uma casa de apenas 95 m2.

O frade Weesa Azmy, pároco da igreja de São Jorge, na aldeia vizinha, disse que os líderes Cristãos e Muçulmanos já haviam sido informados das irregularidades e tentou convencer o proprietário a parar.

A recusa de Attia provocou os Muçulmanos que, estimulados por alguns extremistas, atacaram casas próximas.

A polícia depois de três horas prendeu alguns adolescentes, com idades entre 10 a 14. No entanto, os instigadores do ataque ainda estão livres. Muitos temem mais ataques.

O vácuo de poder criado por queda de Mubarak tem aumentado o número de sequestros de adolescentes e mulheres jovens Coptas. Seqüestrados em casa ou na rua, eles são forçados a se converter e a se casar com homens Muçulmanos.

O último caso envolve duas meninas de 14 anos de idade, Nacy e Christine de 16 anos, que desapareceram em 12 de Junho. A polícia encontrou as duas dias mais tarde, usando um niqab (burca), mas com a cruz tatuada em seu punho.

Temendo repercussões, elas disseram que se converteram ao Islã. No entanto, o comitê al-Azhar e da Fatwa (decreto religioso) negou que as duas adolescentes Coptas se converteram ao Islã porque elas ainda são menores e ainda não atingiram 18 anos de idade, como é exigido por lei.

Apesar das queixas de suas famílias, os duas adolescentes estão sendo mantidos em um hospital psiquiátrico até o final da investigação. "O seqüestro diário e a islamização forçada de menores Coptas, realizados por Muçulmanos e financiados pela Arábia Saudita, tem aumentado a um novo nível após a Revolução de 25 de janeiro", disse o ativista Copta Mark Ebeid. Isso também tem "enfurecido bastante os Coptas. Todo mundo agora teme que não sejam mais capazes de suportar quaisquer provocações dos Muçulmanos".


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